História da Cidade
Picada de Goiás – início da povoação no Centro Oeste Mineiro
 
As Picadas de Goiás influenciaram na formação dos primeiros Arraiais e Vilas da região Oeste de Minas Gerais. Cita o professor Lindiomar Jose da Silva, torna-se tarefa dificultosa delimitar com exatidão no tempo e espaço essa picada, cuja iniciativa não se sabe, podendo ser obra do Governo da Capitania ou de um grupo de sertanistas que teriam o privilégio da escolha das melhores terras ao longo dela.

Corria o ano de 1.720, após os motins de Pitangui e ao término da Guerra dos Emboabas, partiram rumo à cabeceira do Rio São Francisco, em busca de ouro e diamantes, um grupo de tenazes bandeirantes. Liderava a expedição Bartolomeu Bueno, o moço Anhanguera (*Bartolomeu Bueno da Silva mais conhecido como o Anhanguera nasceu em Parnaíba em 1672, faleceu em Vila Boa de Goiás em 19 de setembro de 1740, foi um bandeirante português da colônia do Brasil e memorável colonizador do Brasil Central Goiás - (A Rodovia Anhanguera, em São Paulo, com 453 km de extensão, é assim denominada em sua homenagem), Jerônimo Valentim Pedroso de Barros, Manoel Dias da Silva, Domingues Rodrigues do Prado, Suplício Pedroso Xavier e vários outros.

Seguiram em busca do ouro, percorrendo, assim, um território ainda inexplorado, que correspondia a uma faixa que partia do centro de Minas rumo à Goiás, com itinerário para o norte do continente. Tão logo alcançaram a região do Alto São Francisco, lutas sangrentas se desenrolaram com tribos indomáveis, como a dos Caiapós, dos Catiguás e outras, quase que totalmente destruídas em razão de um fanatismo supersticioso, baseado em costumes próprios e oriundos da mitologia indígena. O moço Anhanguera, orientando-se pelos divisores de água da região, entre estes a Serra do Bueno e Urubu, deslocou-se rumo à Goiás. Bueno insistira em seguir rumo a oeste e depois de dias de marcha, desorientado, perdido encontrou um rio a que, devido às tristes circunstâncias em que achava a bandeira, deu o nome de Perdição.

De forma alguma podemos acreditar que tenha existido uma estrada, mesmo precária na região. Havia sim, a direção que o viajante tomava, pois tinha certeza de que, ao final da jornada, encontraria uma paragem onde pudesse pernoitar. Essa direção poderia ser a travessia de um rio caudaloso ou de um ribeirão, uma alta montanha ou uma serra, afinal um acidente geográfico que facilitasse ao sertanista manter o rumo e a direção. Direção esta que era de sudeste para noroeste, passando pelo OESTE MINEIRO. Deixou atrás de si os marcos do progresso, que vieram mais tarde servir de orientação para a expedição de Inácio Correa Pamplona.
 
O povoamento de maior expressão ocorreu somente  quando veio para cá o mestre de Campo Inácio Correia Pamplona. Falar da história do Oeste Mineiro e menosprezar o envolvimento desse homem é cometer um grande equivoco. Pamplona veio para a região em 1.765, sendo desta data a sua grande entrada para combater os índios Caiapós e os aquilombados.  Inácio Correia Pamplona promoveu verdadeira extinção dos negros do “Quilombo dos Urubus” e dos índios da região. Reza a tradição que o Cemitério do Urubu e Capela do Urubu remontam ao tempo do extinto quilombo. Este Quilombo localizou-se a noroeste o Morro do Tigre e ao sul o Morro do Urubu, é a mais exata de todas as localizações: fica entre a fazenda do Tigre e a serra do Urubu, a oeste de Córrego Danta, entre Campos Altos e Tapiraí.

 
Tapiraí e a Inconfidência Mineira
 
Inconfidência Mineira - movimento para eliminar a dominação portuguesa das Minas Gerais e criar ali um país livre.

Manoel da Silva Brandão e seu sogro Carlos Jose da Silva (provavelmente primeiros moradores de Tapiraí) – estiveram ligados ao Movimento que culminou com a Inconfidência Mineira, ambos obtiveram sesmarias* (era o nome dado às terras que, na época do império o Rei de Portugal cedia aos agricultores que eram os sesmários para plantar e cultivar) em terras hoje que pertencem a Serra do Urubu, em fazendas da cidade de Tapiraí.

O Brigadeiro Manoel da Silva Brandão é uma figura historicamente ligada à Inconfidência Mineira, porque, investido nas funções de Comandante do Destacamento do Tijuco, ainda no posto de Capitão do Regimento de Cavalaria Regular, recebeu do Visconde de Barbacena, então Governador Geral da Capitania de Minas, a incumbência da captura do Padre José da Silva de Oliveira Rolim, o mais valente e afortunado dos inconfidentes, homiziado naquela região. Verificada a diligência com pleno êxito e a conseqüente prisão daquele sacerdote, no mês de setembro de 1.789 e definitivamente sufocado o movimento sedicioso, regressa esse brioso oficial da Coroa Portuguesa a Vila Rica, sendo promovido ao posto de Coronel, quando então veio a casar-se em 30 de novembro de 1.797 com Tomásia Joaquina da Silva, filha do secretário da Junta da fazenda, Carlos José da Silva e Inácia Rosa Angélica da Silva.

"Capitão Manoel da Silva Brandão serviu no Regimento de Vila Rica foi amigo intimo do Alferes Xavier, era figura chave na conspiração, pois em Março de 1.789 fora nomeado como Comandante do Destacamento Diamantino sediado em Vila do Tejuco ao norte de Minas Gerais a caminho da Bahia onde continuara com os encontros conspiratórios iniciados em Vila Rica com o Padre Rolim e seus familiares, mesmo depois da devassa, em um certo dia quando se encontrava reunido secretamente em alta madrugada com o irmão do Padre Rolim, foi surpreendido pelo Cadete Lourenço Orsini que tencionava lhe prender, foi quando o Capitão Brandão o reprimiu pela sua atitude. Ao serem iniciada as prisões o Governador, o encarregou para prender o Padre José da Silva e Oliveira Rolim, o Capitão Brandão esquivou-se de modo suspeito dessa incumbência, quando deixou o Padre Rolim escapar, fato que não passou despercebido ao seu comandado o Tenente Fernando de Vasconcelos que era um não-revolucionário, e que delata-o ao Governador, que por este motivo ordenou que outro oficial persiga e prenda o Padre Rolim, e intimou o Capitão Brandão a apresentar-se em Vila Rica, quando o prende, e tempos depois solta-o, e não o incomoda mais, embora o considere como muito suspeito."

E seu sogro Carlos José da Silva, era na época da Inconfidência, o Secretário da Fazenda de Minas Gerais, eles eram ligados ao Visconde de Barbacena - governador da Capitania de Minas Gerais (1.788), encarregado de fazer vigorar nova e pesada taxa suplementar de impostos, movimento este que gerou a insatisfação de muitos, culminando com o que chamamos de “Inconfidência Mineira”, sendo ele o responsável por denunciar Joaquim da Silva Xavier – “TIRADENTES”.
 
Processo de Povoamento de Tapiraí

Iniciando o século, a região recebeu a estrada de ferro Goyana, como consta no “Anuário de Minas” de 1.911: “A primeira estrada de ferro Goyana, já do outro lado do São Francisco, foi a Porto Real (atualmente Iguatama), depois Bambuí e em seguida a Perdição (hoje Tapiraí), em zona futurosíssima e operosa com grande cultura de cereais e criação de gado”.

O progresso chega à atual Tapiraí com desmatamento das matas, para a construção da estrada de ferro. A situação deste começou a mudar a partir de 1.911 com a chegada da Estrada de Ferro Oeste de Minas e inauguração da estação ferroviária com o mesmo nome: Perdição, posteriormente o nome da estação e do lugar foi trocado para “Estação de Tapiraí”. Ao contrário de muitas vilas que se formaram, geralmente, no entorno da igreja, a estação também atraiu moradores que se aglomeraram, construindo suas casas em volta desta, transformando o pequeno povoado em arraial.

Inaugurada a estação de Victor-Tamm, próxima a estação de Tapiraí, um povoado se formou e uma charquearia foi instalada, de propriedade do senhor José Pinto de Miranda. A Charqueada “Vitória”, empregava a população local e abatiam muitos bois diariamente. E cuja produção de carne industrializada era destinada exclusivamente à exportação. A estrada de ferro contribuiu para o desenvolvimento, estimulando o nascimento de vários povoados na região e facilitando a comunicação.

Tapiraí sempre pertenceu a Bambuí como distrito. Em 1.942 Córrego Danta, distrito do município de Luz, elaborou um plano de emancipação, tendo Tapiraí como distrito. O plano falhou pelo fato de Tapiraí não ter aceitado a pertencer a Córrego Danta. Foi daí que surgiu uma grande rivalidade entre as duas comunidades que hoje são praticamente irmãs, tornando-se Tapiraí um espinho atravessado na garganta da vizinha Córrego Danta. Em 27 de dezembro de 1.948 a lei estadual n° 336 criou o distrito com denominação atual a Tapiraí, subordinado ao município de Bambuí.

Nome da Cidade: A origem pode ter duas explicações, todas elas ligadas aos rios que banham nossa região, uma fala que o termo “tapir = anta”, originando o “Rio das antas”; outra explicação é a que o termo: "Tapiraí" é um termo com origem na língua tupi: significa "rio das andorinhas", através da junção dos termos taperá (andorinha) e “y” (rio).


 
Comissão Emancipadora de Tapiraí
 
Pouco tempo depois de ocorrido o fato de Córrego Danta querer anexar Tapiraí, foi criada uma comissão para cuidar da emancipação do distrito. Era composta pelos moradores:
  • Sr. Euriálo Torres,
  • Sr. José Cirilo de Oliveira,
  • Sr. Odilon Flaviano de Araújo,
  • Sr. Nicolino Rocha,
  • Sr. Mário Nepomuceno,
  • Sr. Aristoquelino de Bastos Garcia,
  • Sr. Aureliano Pereira de Carvalho.
O trabalho desta Comissão se fez vitorioso e em 12 de dezembro de 1.953 o distrito foi elevado à condição de cidade, desmembrado de Bambuí (Lei n°. 1.039). O município foi instalado oficialmente em 01 de janeiro de 1.954, com muita festa e comemorações. A Lei Estadual n° 2.764 criou em 30 de dezembro de 1.964 o distrito de Altolândia parte importante do território de Tapiraí que muito contribui para a economia do municipal.
 
USINA AÇUCAREIRA DE TAPIRAÍ – MG
 
Na década de 40, mais precisamente no ano de 1946, chega a Tapiraí. Quando ainda era distrito de Bambuí, o então empresário José Bernardino de Oliveira Filho vindo da cidade de Santa Helena no sul de Minas, onde já era dono de uma açucareira naquela região. O seu objetivo era transferir para outra região esta indústria. Seu propósito teve grande repercussão dando a importância ao empreendimento e durante vários anos foi à redenção da cidade.

Manteve seus primeiros contatos com grandes fazendeiros como José Cirilo de Oliveira, Cornélio Ribeiro, Vicente José Lucas e José Pinto de Miranda, logo adquiriu as terras para instalação da referida açucareira. Em junho de 1.947 iniciou-se a construção dos prédios necessários da Usina Açucareira Tapiraí. Com a transferência da indústria vieram muitas famílias trazendo o progresso para o nosso distrito. Entre as famílias que vieram está à família do senhor José de Alencar Alves, Antonio Ribeiro Mesquita, Jose Teodoro, Victor Serafim, Alvarino e Chico Mudo. Para nossa alegria ficou junto conosco a família de José de Alencar Alves uma família modelo e exemplar.

Os primeiros imigrantes que chegaram foram os plantadores de cana-de-açúcar, somente depois veio o maquinário, junto com a indústria veio o progresso que permaneceu em Tapiraí até 1.964 onde foi transferida para o município de Tupaciguara no então distrito de Araporã, hoje sede do município com mesmo nome. Em 1.957 ela foi transformada em Sociedade Anônima, onde na diretoria figurava o nome de sue filho, José Loreto Ribeiro de Araújo como Diretor Presidente e Geraldo Melo e Silva e Oto Severo, ambos se casaram com as duas filhas do Senhor Jose Bernardino, Sônia e Solange, mais as ações majoritárias ficou dentro da própria família.

Em 1.961, o país passava por uma grande crise financeira e a indústria precisava de recursos para saldar compromissos, naquela época ela recorreu ao Instituto do Açúcar e do Álcool para obter financiamento junto ao IAA (Instituto do Açúcar e do Álcool), mais o Governador de Minas naquela ocasião era Sr. José Francisco Bias Fortes, que negou o seu aval para que a operação de empréstimo não fosse concretizado. Sem esse empréstimo a indústria não resistiu e beirava a falência. A partir deste momento não restava outra alternativa se não a venda,  para outro grupo que pudesse resgatar os compromissos evitando a falência da Industria. Foi transferida em 1.964 para um grupo de empresários de Tupaciguara como já foi dito anteriormente, e hoje está em Franca a produção, dando emprego a mais de 3 mil trabalhadores.

A Açucareira Tapiraí chegou trazendo o progresso e deixou um imenso vazio quando se foi. Culpam o prefeito da época o Senhor Rubens Pinto Rosa por sua saída, mais ele não tem nada a ver. Ao contrário ele totalmente contra, ele e seu irmão José Pinto Rosa, Sr. Wander de Andrade (ex-prefeito de Bambuí), Murilo Cambraia e outros tentaram como forma de salvar a indústria da falência COTIZAR a empresa, mais o Sr. José Loreto de Araújo (filho do Sr. José Bernardino) não aceitou a posição de sócio minoritário, queria permanecer na direção da indústria como sócio majoritário e isto não lhe era possível. Após 15 anos de grande abundância, a usina encerrou suas atividades.

Relato do Senhor Renato Vieira de Carvalho, sobre a história de Tapiraí e Açucareira Tapiraí.

 
DISTRITO DE ALTOLÂNDIA

Distrito de Tapiraí, desde 1.964. Dista 22 km da sede municipal. É conhecido pelo nome de Rincão (nome originário da Usina Hidrelétrica que forneceu energia para Bambuí e Tapiraí) e iniciou seu povoamento com a fazenda da família Lemos a mais antiga desta comunidade. Em 1.926 serviam-se de seis casas de parada as comitivas de boiadeiros do Triangulo Mineiro e Goiás.

Teve seu desenvolvimento alavancado pela cultura Café em 1.971 onde muitos produtores se instalaram transformando o distrito em uma área de intensa produção desta cultura. Localiza-se numa região de muitas serras onde as temperaturas são adequadas para o plantio e manejo do café. É rica em recursos hídricos, tendo vários córregos e também ribeirões, tendo a região área para exploração de “água mineral”.

 
Nomenclatura das Ruas e Praças do Município

As ruas do município tiveram seus nomes alterados com o passar dos anos, abaixo segue breve explicação:

Ø  Rua 1 – teve seu nome modificado para Rua Nerolino Pereira Cardoso em resolução municipal n°06 de 26/05/80. O senhor Nerolino foi residente também no município de Córrego Danta. Foi homenageado por ser um homem integro e muito trabalhador, residiu em Tapiraí no ano de 1.980 e era tio do então prefeito municipal Itamar Pereira Cardoso. Adquiriu a maquina de beneficiar arroz que era do então senhor Joaquim Barroso e Leonides Pereira Rocha e que muito ajudou a todos desta cidade.

Ø  Rua 2 – teve seu nome modificado para Rua Antonio Pinho Sobrinho em lei municipal n°567 de 31/08/90. O senhor Antonio Pinho Sobrinho foi um dos pioneiros do então povoado da Perdição. Pai do senhor Milton Pinho que foi vereador e presidente do PMDB local, daí uma das razões de tal homenagem.

Ø  Rua 3 – teve seu nome modificado para Rua José Cirilo de Oliveira. Considerado por muitos munícipes desta cidade como um herói, o Senhor José Cirilo de Oliveira é um dos primeiros moradores desta cidade, foi um dos que trabalharam pela elevação do então Povoado à Distrito de Bambuí. Talvez sua relevância maior foi quando adotou uma postura firme para transformar o Distrito em Cidade, participando da Comissão Emancipadora desta cidade. A ele são atribuídas também participação em construções como a da Praça da Matriz e também grande influência na vinda da Açucareira para Tapiraí.

Ø  Rua 4 - teve seu nome modificado para Rua Vicente José Lucas, através municipal n°314 de 22/03/77. Senhor Vicente José Lucas foi um homem muito generoso e de grande coração, tanto é que doou um de seus terrenos para construção da antiga Escola Wander de Andrade, que hoje leva seu nome. Também se destacou na política representando o Distrito de Tapiraí como vereador em Bambuí.

Ø  Rua 5 – teve seu nome modificado para Rua Antonio Teixeira da Silva em lei municipal n°568 de 02/10/8. O senhor Antonio Teixeira da Silva, mais conhecido de todos de Tapiraí com “Antonio Duvergem” foi um dos primeiros moradores desta cidade vindo de Santo Antonio do Amparo. Seu oficio na cidade era a de Ferreiro Artesanal, produzindo peças em sua casa para todo o tipo de maquinas e implementos agrícolas. Sua família dispensa comentários e se faz muito presente em nossa cidade nos dias de hoje.

Ø  Rua 6 – teve seu nome modificado para Rua Antonio Pedro Ferreira em lei municipal n°571 de 23/10/89. O senhor Antonio Pedro Ferreira foi um dos primeiros servidores públicos de nossa cidade na então administração do Senhor Euclides Nascimento, vindo de Cana Verde ainda jovem aos 42 anos de vida.

Ø  Rua 13 – teve seu nome modificado para Rua Jandir Coutinho Vieira em lei municipal n°590 de 29/06/90. Mais conhecido como “FOTINHO”, foi grande benfeitor deste município, filho do Senhor Alcebíades Coutinho e Senhora Gentil Coutinho Vieira, foram proprietários de uma Selaria Artesanal que fabricava arreios para todo tipo de tração e selas para cavaleiros. Chegaram a produzir também colchões que eram vendidos em toda região.

Ø  Rua A – teve seu nome modificado para Rua João Antonio da Costa em lei municipal n°570 de 23/10/89. O senhor João Antonio da Costa veio da antiga “Porto Ral”, hoje Iguatama, homem publico sendo Juiz de Paz e acumulando o cargo de Delegado de Policia em nosso município. Considerado como conciliador, sempre gostou de dialogar bastante. Foi também fazendeiro e teve bastante influência nas atividades agrícolas de nosso município. Deixou uma grande família, mais infelizmente não deixou representantes em Tapiraí.

Ø  Rua B – teve seu nome modificado para Rua Mário Nepomucemo Soares em resolução municipal n°01 de 14/02/83. O senhor Mario Nepomucemo se instalou e contribuiu para criação do Cartório Registro Civil o primeiro instalado no Distrito onde ele próprio era o tabelião. Segundo relato do munícipe Renato Vieira Carvalho foi seminarista, mais acabou desistindo em virtude de seu estado de saúde.

Ø  Rua C – teve seu nome modificado para Rua Olimpio Cardoso da Silva em resolução municipal n°09/80 de 26/05/80. O senhor Olimpio foi grande fazendeiro e comerciante desta cidade, passando o oficio para o seu então filho Lindolfo Cardoso da Silva, que posteriormente continuou com o negócio através de seu filho Expedito, resumindo o senhor Olimpio se fez presente na formação de um dos pontos comerciais mais antigos desta cidade e que até hoje atende toda nossa cidade.

Ø  Rua D – teve seu nome modificado para Rua Leonídio José de Carvalho em resolução municipal n°10 de 26/05/80. O senhor Leonídio foi fazendeiro e homem respeitado por seu trabalho junto às comissões da Igreja de São Sebastião e também a frente da Vila Vicentina.

Ø  Rua E – teve seu nome modificado para Rua Amadeu José Lucas em resolução municipal n°09 de 26/05/80. O senhor Amadeu foi grande produtor rural deste município e que muito influenciou todos seus colegas fazendeiros.




 

 

 
 
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Prefeitura Municipal de Tapiraí/MG
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